A EXPORH está de volta e este ano com um sabor muito especial, celebramos a 25ªedição deste grandioso evento!
Que viagem incomparável tem sido esta, ao lado de profissionais que entregam o seu talento, tempo, saber, mente e coração às pessoas das organizações.
Cada ano é um desafio!
No programa desta edição a principal ideia é que já não basta formar, recrutar ou liderar, agora é preciso transformar conhecimento em ação, desenvolver líderes mais humanos e preparados, valorizar o pensamento crítico e criar culturas onde a aprendizagem é contínua.
Outro grande eixo do programa é a forma como as empresas lidam com as suas pessoas, o bem-estar, a saúde mental, a ética e a inclusão. Fica claro que reter pessoas depende menos do controlo e mais de dar espaço para crescer, reconhecer diferenças e construir relações de confiança. Ao mesmo tempo, temas como salário emocional, riscos psicossociais e equilíbrio entre vida pessoal e trabalho ganham peso nas estratégias de RH.
A inteligência artificial aparece também como um tema central, esclarecer como tem potencial para aumentar produtividade e apoiar decisões, mas também alertar para os riscos para funções juniores, cultura organizacional e autonomia de pensamento.
O futuro dos RH passa por organizações mais conscientes, mais adaptáveis e mais centradas nas pessoas
A mensagem é simples, o futuro dos RH passa por organizações mais conscientes, mais adaptáveis e mais centradas nas pessoas.
Os Recursos Humanos atravessam uma mudança estrutural, não se trata apenas de novas ferramentas ou tendências isoladas. Trata-se de repensar a forma como se aprende, lidera, recruta e trabalha.
Repensar a forma como se aprende, lidera, recruta e trabalha
Em destaque no programa:
- Formar já não chega, é preciso transformar
- As pessoas já não querem repetir funções, querem evoluir e reter talento não é manter pessoas, é fazê-las crescer dentro da organização
- Liderança significa menos controlo e mais consciência, liderar hoje é interpretar pessoas, não apenas gerir resultados
- Pensamento crítico tornou-se uma competência central e a ideia de que “sempre se fez assim” é claramente rejeitada
- O colaborador deixa de ser consumidor de formação e passa a ser gestor da sua própria aprendizagem
- Recrutamento e talento e a necessidade de repensar de A a Z o funcionamento e eficácia desta equação vital que é o alinhamento entre talento disponível e necessidades das empresas
O colaborador deixa de ser consumidor de formação e passa a ser gestor da sua própria aprendizagem
Estes são alguns dos tópicos condutores de dois dias de debate, partilha e aprendizagem, em que, a base está na troca de conhecimentos e nas conversas geradas entre as mais de 2500 pessoas inscritas no evento. Junte-se à 25ªEdição da EXPORH!




