INICIAÇÃO À CRIAÇÃO DE APLICAÇÕES NATIVAS ACESSÍVEIS

INICIAÇÃO À CRIAÇÃO DE APLICAÇÕES NATIVAS ACESSÍVEIS

A formação Iniciação à Criação de Aplicações Nativas Acessíveis destina‑se a gestores de projeto e designers que pretendem compreender e aplicar boas práticas de acessibilidade em software nativo. Ao longo de 1 dia (6 horas), os participantes revêm os fundamentos da acessibilidade digital, analisam os referenciais WCAG, RGAA, RAAM e a norma europeia EN 301 549 (Software), e aprendem a ler e interpretar auditorias de acessibilidade. A formação inclui ainda a utilização prática de tecnologias de assistência e ferramentas de validação no Windows (Narrador, Accessibility Insights, navegação por teclado, contraste elevado), bem como a integração da acessibilidade numa abordagem projeto/produto, lidando com resistências organizacionais e promovendo uma cultura de acessibilidade sustentável.

  • Reconhecer os princípios fundamentais da acessibilidade digital
  • Aplicar boas práticas de acessibilidade em aplicações nativas de software
  • Integrar a acessibilidade em projetos digitais
  • Ler e interpretar os resultados de uma auditoria de acessibilidade
1 dia

REVISÃO DA ACESSIBILIDADE DIGITAL

• Definição e conceito de ‘situação de deficiência’

• Números‑chave sobre a deficiência

• Tipologias de deficiência:

• Visuais
• Auditivas
• Motoras
• Cognitivas

• Tecnologias de assistência

Exemplo de trabalhos práticos:

• Exemplos de utilizadores confrontados com websites não acessíveis

 

REFERENCIAIS DE ACESSIBILIDADE EM VIGOR

• Definições, utilizações e limites

• WCAG (Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web)

• RGAA (Quadro Geral de Melhoria da Acessibilidade)

• RAAM (Estrutura de Acessibilidade para Aplicativos Móveis)

• Limitações dos referenciais: diferença entre conformidade (técnica) e acessibilidade

 

LEGISLAÇÃO PORTUGUESA RELATIVA À ACESSIBILIDADE DIGITAL

Exemplo de trabalhos práticos:

• Estudo de caso com visualização em websites públicos

 

AUDITORIA DE ACESSIBILIDADE

• Metodologia

• Definição de uma amostra de auditoria

• Compreender e utilizar a grelha de auditoria

• Derrogações e isenções

• Declaração de acessibilidade

 

ESPECIFICIDADES DA AUDITORIA DE APLICAÇÕES NATIVAS DE SOFTWARE

• Definição de software

• RGAA‑APPS

• Norma europeia EN 301 549 – Capítulo 11 (Software)

 

BOAS PRÁTICAS NAS APLICAÇÕES NATIVAS DE SOFTWARE

• Utilização de tecnologias de assistência (Narrador do Windows)

• Ferramenta Accessibility Insights para Windows

• Modo de contraste elevado

• Aumento do tamanho do texto

• Navegação por teclado

Exemplo de trabalhos práticos:

• Utilização das ferramentas e configurações do Windows para verificar a acessibilidade de aplicações nativas

 

ACESSIBILIDADE EM MODO PROJETO / PRODUTO

• A acessibilidade como estrutura de trabalho

• Integrar a acessibilidade em todas as fases de um projeto digital

• Considerar a acessibilidade em projetos existentes

• Feedback de utilizadores em situação de deficiência

• Manter a acessibilidade

Exemplo de trabalhos práticos:

  • Jogo de papéis em equipa sobre evolução de um website fictício integrando requisitos de acessibilidade

 

RESPONDER ÀS RESISTÊNCIAS À ACESSIBILIDADE DIGITAL

• Trabalhar com equipas de negócio

• Sinergias com eco‑design

Exemplo de trabalhos práticos:

• Workshop de argumentação para responder às principais resistências à acessibilidade

Facilitador que combina know-how com experiência empresarial e competências pedagógicas, para dar resposta a necessidades operacionais e potenciar a aprendizagem.

Objetivos da formação

  • Reconhecer os princípios fundamentais da acessibilidade digital
  • Aplicar boas práticas de acessibilidade em aplicações nativas de software
  • Integrar a acessibilidade em projetos digitais
  • Ler e interpretar os resultados de uma auditoria de acessibilidade

Duração da formação

1 dia

Programa da formação

REVISÃO DA ACESSIBILIDADE DIGITAL

• Definição e conceito de ‘situação de deficiência’

• Números‑chave sobre a deficiência

• Tipologias de deficiência:

• Visuais
• Auditivas
• Motoras
• Cognitivas

• Tecnologias de assistência

Exemplo de trabalhos práticos:

• Exemplos de utilizadores confrontados com websites não acessíveis

 

REFERENCIAIS DE ACESSIBILIDADE EM VIGOR

• Definições, utilizações e limites

• WCAG (Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web)

• RGAA (Quadro Geral de Melhoria da Acessibilidade)

• RAAM (Estrutura de Acessibilidade para Aplicativos Móveis)

• Limitações dos referenciais: diferença entre conformidade (técnica) e acessibilidade

 

LEGISLAÇÃO PORTUGUESA RELATIVA À ACESSIBILIDADE DIGITAL

Exemplo de trabalhos práticos:

• Estudo de caso com visualização em websites públicos

 

AUDITORIA DE ACESSIBILIDADE

• Metodologia

• Definição de uma amostra de auditoria

• Compreender e utilizar a grelha de auditoria

• Derrogações e isenções

• Declaração de acessibilidade

 

ESPECIFICIDADES DA AUDITORIA DE APLICAÇÕES NATIVAS DE SOFTWARE

• Definição de software

• RGAA‑APPS

• Norma europeia EN 301 549 – Capítulo 11 (Software)

 

BOAS PRÁTICAS NAS APLICAÇÕES NATIVAS DE SOFTWARE

• Utilização de tecnologias de assistência (Narrador do Windows)

• Ferramenta Accessibility Insights para Windows

• Modo de contraste elevado

• Aumento do tamanho do texto

• Navegação por teclado

Exemplo de trabalhos práticos:

• Utilização das ferramentas e configurações do Windows para verificar a acessibilidade de aplicações nativas

 

ACESSIBILIDADE EM MODO PROJETO / PRODUTO

• A acessibilidade como estrutura de trabalho

• Integrar a acessibilidade em todas as fases de um projeto digital

• Considerar a acessibilidade em projetos existentes

• Feedback de utilizadores em situação de deficiência

• Manter a acessibilidade

Exemplo de trabalhos práticos:

• Jogo de papéis em equipa sobre evolução de um website fictício integrando requisitos de acessibilidade

 

RESPONDER ÀS RESISTÊNCIAS À ACESSIBILIDADE DIGITAL

• Trabalhar com equipas de negócio

• Sinergias com eco‑design

Exemplo de trabalhos práticos:

• Workshop de argumentação para responder às principais resistências à acessibilidade

Formador

Facilitador que combina know-how com experiência empresarial e competências pedagógicas, para dar resposta a necessidades operacionais e potenciar a aprendizagem.

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